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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Caridade




Quantas vezes, você já se perguntou quanto errou ao fazer uso dos dons divinos a você concedidos: o pensamento, a palavra, os atos? Quantas vezes o uso inadequado destes serviu de discórdia, tristeza, desunião, desarmonia e uma gama imensa de destruição? Quantas vezes você serviu de instrumento do astral inferior?
Não se preocupe ! Há sempre um tempo, um momento em que despertamos, em que uma luz brilha lá no fundo de nossa consciência e tomamos o caminho certo. É só dar ouvidos ao nosso Deus Interior.
Você pode ainda e sempre :
Ser motivo de alegria onde imperam as lágrimas do desespero, da dor.
Ser a voz que reconcilia um ambiente de brigas, de desunião.
Ser o ombro amigo, o apoio, o leme, para aquele que se arrasta pedindo pelos caminhos esburacados da vida.
Ser o calor do ânimo para o irmão que se deixa dominar pelo desalento, pela vontade de não mais lutar.
Ser resignação onde o sofrimento deve seguir o caminho pré-determinado.
Ser a voz sábia que apaga o fogo da discussão improdutiva, das brigas fomentadas por diferenças sociais, econômicas, raciais e religiosas.
Ser a palavra amiga do perdão para aquele que só recebeu condenação e censura e traz o ódio no coração.
Ser o instrumento da paciência, da calma, da cautela onde reina o espinheiro da irritação.
Ser a luz do discernimento, da compreensão, da procura que faz crescer aquele que anda nas trevas da ignorância.
Ser a gota de orvalho vivificante para quem se chafurda na lama dos vícios, entupindo de veneno o corpos a ele designados.
Ser o sorriso de amor, de apoio onde as lágrimas banham o rosto e a alma daquele que se rasteja em desespero numa vida sem sentido.
Ser fonte de generosidade onde impera a ganância fomentada sempre no querer material, no completo esquecimento de que pode e deve dar a mão ao outro caminhante.
Ser a verdade, a vida, a luz sem ferir as suscetibilidades, os meandros da consciência, sem impor.

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