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domingo, 4 de dezembro de 2011

O Ser Humano Perante Sí Mesmo

“...O ser humano está fadado às estrelas, auto-iluminando-se com o esplendor da sabedoria – amor e conhecimento – de forma a atingir a meta para a qual foi criado: a perfeição!
Não se trata de uma fantasia religiosa ou de uma premissa falsa com caráter ilusório, que o sol da realidade desfaria de imediato. Mas de um direito que está outorgado pela própria fatalidade existencial.
Neste universo, no qual não existem o repouso, o nada, o estacionamento, por que ao ser humano estariam destinados a destruição, a estagnação, o sofrimento com caráter mórbido de irremissível, a infelicidade sem termo? Assim fosse, e a vida perderia o seu significado, a sua própria justificação, porque a Causalidade Absoluta que a gerou ter-se-ia utilizado de um instrumento cruel e imperdoável de autoprazer ante a tragédia cotidiana da própria natureza no seu automático desgaste e incessante transformação.
O Sofrimento não faz parte dos Soberanos Códigos da Vida, constituindo-se experiência do mecanismo da evolução, mediante o qual se processam as alterações moleculares das formas transitórias utilizadas pelo princípio inteligente do Universo, que é o Espírito.
Reconhecer a fragilidade em que se apresenta, as múltiplas necessidades, reais e imaginárias que caracterizam cada qual, os riscos de recidiva em fenômenos perturbadores por preferência da sensação antes que a emoção superior, são reflexos de autoconsciência, de lucidez dos objetivos que devem ser alcançados, diferindo daqueles que estão expostos à facilidade..."

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